A Pitiríase
versicolor é uma micose, mas ao contrário do que se pensa, não é adquirida na
praia ou piscina.
O fungo
causador da doença habita a pele de todas as pessoas e, em algumas delas, é
capaz de se desenvolver provocando as manchas. Muitas vezes, a doença é percebida poucos dias após a
exposição da pele ao sol, porque nas áreas da pele afetadas pela micose, não se produz melanina como as outras partes não acometidas. Com o bronzeamento da pele ao redor, ficam perceptíveis as
áreas mais claras onde está a doença e a pessoa acha que pegou a micose na
praia ou piscina.
A pitiríase versicolor, também conhecida como tínia versicolor, é uma micose superficial benigna e crônica. As lesões são constituídas por placas hipo ou hiperpigmentadas, escamosas e de bordas delimitadas, que podem confluir cobrindo extensas partes do corpo; pápulas perifoliculares podem ser observadas mais raramente.
A pitiríase versicolor, também conhecida como tínia versicolor, é uma micose superficial benigna e crônica. As lesões são constituídas por placas hipo ou hiperpigmentadas, escamosas e de bordas delimitadas, que podem confluir cobrindo extensas partes do corpo; pápulas perifoliculares podem ser observadas mais raramente.
Manifestações clínicas
As áreas de pele mais oleosa, como a face, couro cabeludo,
pescoço e a porção superior do tronco são as mais frequentemente atingidas.
A doença se manifesta formando manchas claras, acastanhadas ou avermelhadas que se iniciam pequenas e podem se unir formando manchas maiores.
A doença se manifesta formando manchas claras, acastanhadas ou avermelhadas que se iniciam pequenas e podem se unir formando manchas maiores.
As lesões são recobertas por fina descamação que, às vezes,
só é percebida quando se estica a pele. Geralmente, a Pitiríase versicolor é
assintomática, mas alguns pacientes podem apresentar coceira.
Então, a Pitiríase Vesicolor é uma micose benigna e crônica;
Então, a Pitiríase Vesicolor é uma micose benigna e crônica;
Hipo ou hiperpigmentadas;
Descamativas ou não;
Com prurido ou não;
Bordas delimitadas;
Pitirospóricas ou em placas.
Agente etiológico: Malassezia
spp.
Espécies: M. furfur; M. globosa; M. obtusa; M. sympodialis; M.
dermartis; M. slooffiae.
Malassezia spp.
É uma levedura da microbiota normal, lipodependente e
polimórfica.
Células leveduriformes, globosas ou ovais agrupadas e
filamentos curtos, septados e irregulares.
Epidemiologia:
Frequente em países tropicais, de distribuição homogênea
entre os dois gêneros e acomete adultos jovens.
Doenças associadas a Malassezia
spp.
Dermatite Soberréica, caspa, foliculite, onincomicose e
innfecção sistêmica.
Patogenia
A Malassezia produz ácido azelaico, que tem
atividade antitirosinase e interfere na melanogênese, causando hipocromia.
Fatores predisponentes:
Pele oleosa, fatores ereditários e terapia
imunossupressora.
O diagnóstico clínico:
Sinal de Besnier - É caracterizado por uma descamação
furfurácea da lesão quando é raspado com a unha.
Sinal de Zileri - É um sinal clínico observado ao ser feito
um leve estiramento com os dedos da região sugestiva de pitiriase, sendo
observado nessa região um discreto esfacelamento da queratina.
Diagnóstico laboratorial:
Exame direto - Observação do material clínico (escama da
pele) corado com KOH: Presença de leveduras em forma de cachos de uva e
fragmentos de hifas.
Cultura - Isolamento do fungo: Meio
Sabouraud acrescido de azeite de oliva.